Diplomacia

mármores do Pártenon

Os mármores do Pártenon e a besta do mito nacionalista: porque devem permanecer em Londres

Em Julho de 2022, Mario Trabucco della Torretta, arqueólogo clássico formado na Sicília e em Atenas, respondeu no Art Newspaper a Andrew Wallace-Hadrill, que no Times tinha declarado não saber que história os mármores de Elgin poderiam contar em Londres. A resposta de Trabucco articulou uma posição que se manteve marginal no debate público, dominado […]

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alargamento da UE à Ucrânia

O Alargamento da UE à Ucrânia: Uma Análise

A República Portuguesa não tem, neste momento, posição institucional pública sobre as questões estruturais que o alargamento da UE à Ucrânia colocará em 2027. O ficheiro está a mover-se. A Ucrânia concluiu, em Setembro de 2025, o screening bilateral em todos os capítulos. Recebeu, em Dezembro de 2025, Posições Comuns Preliminares relativas aos clusters 1,

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problema da NATO

O Problema da NATO Somos Nós

A retirada de cinco mil militares norte-americanos da Alemanha, anunciada pelo Pentágono na sexta-feira passada, não deveria ter surpreendido absolutamente ninguém. E, no entanto, surpreendeu toda a gente em Bruxelas, em Berlim, em Madrid, em Roma, onde os ministros se entreolham agora com aquela expressão peculiar do funcionário público que descobre, aos cinquenta anos, que

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o problema da palestina

O Problema da Palestina

Certas causas, de tanto serem envolvidas em sentimentalismo, acabam privadas da única coisa que as poderia tornar respeitáveis: a forma. O problema da Palestina não é, em primeiro lugar, um problema de emoção, de indignação ritual ou de gestos diplomáticos para consumo doméstico. É, antes de tudo, um problema de ordem política e de realidade

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Sobre a Venezuela

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, Washington habituou-se a confundir ordem com obediência. Chamou “valores universais” aos seus interesses contingentes e “direito internacional” ao que, na prática, funcionava como mera extensão do seu poder. Enquanto o sistema produziu submissão automática, foi apresentado como inevitável e quase providencial. Quando deixou de o fazer, a retórica

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representação da Madeira em Bruxelas

Diplomacia Regional (já vamos tarde!)

 A 19 de Setembro de 2019 escrevia neste matutino: “… É necessário uma representação permanente da região em Bruxelas que responda e apresente os resultados de lobby perante a ALRAM, aliás como acontece com as regiões autónomas italianas, espanholas, estados federados da Alemanha e Áustria, etc. Uma representação permanente da RAM e separada da Região

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neutralidade na União Europeia

Neutralidades

 Num continente onde predomina uma aliança militar como a NATO, existem países Europeus, para além da Confederação Suíça, que mantêm uma política de neutralidade, mesmo quando o  Artigo 42.º, n.º 7 do Tratado da União Europeia determina que os países da UE têm a obrigação de ajudar um outro Estado-Membro “alvo de uma agressão armada

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guerra na Ucrânia

Paz (Todos Falharam)

Numa guerra não existem vencedores nem vencidos, existe apenas sofrimento e perda de vidas humanas de ambos os lados. O mais recente conflito que assola a Europa é puro reflexo do “trabalho de casa” que tanto a Europa, como a Ucrânia e a Rússia recusaram fazer para prevenir um conflito, que, retrospectivamente, era evitável. A

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