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Na sua mais recente entrevista ao austríaco Kleine Zeitung o mais jovem chefe de governo de um Estado-Membro da União Europeia, concretiza os objetivos da revisão que propõe ao tratado asssinado em 2007: O fim do “circo” de um Parlamento Europeu com duas sedes, uma em Estragesburgo e a outra em Bruxelas (dando preferência a Bruxelas); a necessidade de existirem sanções mais claras para os Estados-Membros que incorrerem em dívidas; punições para os países que aceitem imigrantes ilegais sem registá-los; bem como consequências dolorosas para países que incorram em as violações do estado de direito e da democracia liberal”.
De uma só vez o Chanceler da República da Áustria atacou não só o Presidente de França (e Co-Príncipe de Andorra), Emmanuel Macron, mas também o governo polaco o qual continua a insistir numa emiscuição de poderes, em vez de uma separação.
A posição de Sebastian Kurz, é também um aviso claro para Portugal: o tempo do regabofe das contas públicas terá um fim, no médio-longo prazo, e a necessidade de encetar reformas económicas e fiscais mais liberais terá que ser encarado pela classe política, maioritariamente incompetente, e com vícios do Estado-Novo no que diz respeito a um claro espírito de reforma.
