
- Mas uma rápida pesquisa por Zona Franca da Madeira na opção de notícias do Google devolve títulos como:
- “O ideal era acabar com a Zona Franca da Madeira”, diz António Maia – Jornal de Negócios
- Zona Franca da Madeira serve essencialmente para “um esquema de lavagem de dinheiro”, acusa Ana Gomes – Jornal Económico
- “Portugal continua a ter um offshore” – Público
- Bruxelas tem mais suspeitas de ilegalidade no offshore da Madeira – TVI24
- Uma reputação por 122 milhões – Público
A lista é extensa e continua, mas só demonstra uma coisa: a inépcia em termos de gestão de imagem e de reputação do CINM junto da comunicação social nacional. É inconcebível como os stakeholders regionais tenham permitido vingar o “Pedro e o Lobo” relativamente ao CINM.
É inconcebível, que a ferramenta primordial do desenvolvimento económico regional nas próximas décadas, a par do turismo, seja posta em causa por “economistas” de trazer por casa e “jornaleiros” a soldo de ideologias de Esquerda, que mais não fazem do que se auto-promover à custa de prejudicar a imagem, estabilidade e seriedade do CINM.
É inconcebível, que depois de todos os abalos que o CINM tem sofrido, ao longo de 30 anos, Governo Regional, ACIF-CCIM, SDM, APCINM e demais stakeholders não se tenham unido para, junto desta comunicação social nacional sedenta de lucro e de entretenimento, combater a “máfia” da desinformação do CINM.
Volto a repetir: “as relações públicas, e por extensão o marketing do CINM não podem basear-se numa óptica meramente reativa. SDM, Governo Regional e demais stakeholders necessitam de coordenar e partilhar esforços, tornando as relações públicas do CINM mais proativas do que reativas. Qualquer argumento esgrimido contra o CINM seja a nível Europeu, nacional ou regional tem de ser prontamente respondido à letra e refutado, na hora.”
Na era do imediato, do digital e das redes sociais, ganha aquele que reagir mais depressa, assim a imagem do CINM, e consequentemente o seu futuro, não pode nunca ser moldada por mentirosos.
in JM-Madeira
