Direito de voto em Portugal: porque decidir o destino do Estado exige mais do que existir
Há uma superstição moderna que raramente é questionada, mas que governa silenciosamente todo o edifício político contemporâneo: a ideia de que o direito de voto em Portugal deve ser automático, indiferenciado e imune a qualquer critério de competência. Basta existir, respirar e ter atingido a maioridade civil, e o poder político considera-o apto a decidir […]










