Nas palavras de Sua Alteza Sereníssima o Príncipe Michael do Liechtenstein: “O socialismo repetidamente, de forma consistente e sem exceção, provou ser um fracasso. A União Soviética de Joseph Stalin e Leonid Brezhnev, a Venezuela de Hugo Chávez e Nicolas Maduro ou a experiência sangrenta de Pol Pot no Camboja são exemplos marcantes do desastre que esse sistema inevitavelmente traz aos países que o adotam.” À lista poderíamos ainda acrescentar o desastre da gestão das contas públicas em Portugal o qual culminou com o Governo de José Sócrates a pedir o resgate financeiro à Troika (i.e.: ao Banco Central Europeu, à Comissão Europeia e ao FMI).
No seu mais recente relatório produzido enquanto CEO da Global Intelligence Services, S.A.S o Príncipe Michael do Liechtenstein define o socialismo como “um doutrina que usa as noções elevadas de igualdade e solidariedade para impor um sistema opressor que é um anátema para eles. A igualdade, sendo alheia à natureza humana, é incompatível com a liberdade. A busca pela igualdade invariavelmente leva a soluções do tipo fascista.” Outra característica marcante de todos os estados socialistas é “a brutal intolerância dos governantes à liberdade de opinião e aos críticos do sistema”.
Nas palavras de S.A.S. o Príncipe Michael do Liechtenstein: “Dadas as atrocidades históricas do socialismo, é surpreendente que as ideias marxista-leninistas assistam a um retorno…ainda que reformuladas. Um número cada vez maior de ONGs, políticos, meios de comunicação e universidades apoia o renascimento socialista e totalitário como os movimentos verdes nos quais as questões ambientais e climáticas são mal utilizadas para camuflar “soluções” políticas neomarxistas. É notável o quão esses grupos e organizações demonstram uma forte intolerância a qualquer desacordo com sua doutrina.
“A pobreza só é efetivamente eliminada numa economia saudável e voltada para o mercado, não por meio da redistribuição [cega] da riqueza. Esses esquemas não são sustentáveis: como a Baronesa Margaret Thatcher observou, “o problema com o socialismo é que este acaba por ficar sem o dinheiro das outras pessoas”.
Em contrapartida “uma sociedade livre [ao contrário de uma socialista] permite que as pessoas procurem oportunidades da sua escolha, desde que não prejudiquem os outros”. Numa sociedade livre da praga do socialismo “todos recebem oportunidades iguais e as recompensas variam de acordo com o valor da contribuição de uma pessoa para essa sociedade. Por outras palavras, a sociedade deve fazer valer o tempo das pessoas que dão o melhor de si ao país.” Numa sociedade livre compete ao Estado a redução das desigualdades entre os seus cidadãos por via da promoção da educação das pessoas, a aposta nos seus skills inatos e na formação (cívica, académica ou profissional). Já numa sociedade socialista os direitos de propriedade podem ser sempre confiscados à vontade e a liberdade individual está sujeita aos desígnios arbitrários da burocracia dominante. Em Portugal encontramos exemplos variados desta arbitrariedade que vai desde a atribuição de benefícios sociais a supostos “desfavorecidos” passando pela constante flutuação e agravamento da carga fiscal, privando os trabalhadores e empresários, i.e. os contribuintes, de um salário e de rendimentos verdadeiramente justos.
A competência do Estado numa sociedade próspera e livre assenta na liberalização da economia, na promoção de igualdade de oportunidades a todos os seus cidadãos, em especial na área da educação e saúde, e apoio social aos idosos e aos verdadeiramente “desfavorecidos”. Não compete ao Estado interferir na liberdade individual fazendo de todos tábua rasa através de uma classe de burocratas que se apropriam da propriedade individual e cortam as liberdades fundamentais com recurso a ideologias e práticas criminosas e assassinas para manterem os seus privilégios.
in JM-Madeira

