Eleições Legislativas
Daqui a exatamente um mês, no dia 30 de janeiro de 2022, Portugal irá eleger a sua próxima Assembleia da República e com ela um novo Primeiro-Ministro. Será um ano decisivo para Portugal e para a Região Autónoma da Madeira, será uma escolha entre a gestão continuada da estagnação que assola o crescimento e desenvolvimento económico do país ou um novo salto em frente.
O ato eleitoral que agora se aproxima determinará o futuro do país e da Região num momento em que os largos fundos da UE, disponíveis graças aos esforços de 500 milhões de Europeus, serão jorrados na economia Portuguesa.
O ato eleitoral que agora se aproxima determinará o futuro do país e da Região num momento em que os largos fundos da UE, disponíveis graças aos esforços de 500 milhões de Europeus, serão jorrados na economia Portuguesa.
Portugal não pode, por isso, dar-se ao luxo de ter uma crise de liderança ou de coragem política, pois nas palavras de Sua Alteza o Príncipe Michael von und zu Liechtenstein: “A falta de coragem e de liderança tem consequências terríveis. As democracias devem revigorar a si próprias através da competição política e do envolvimento dos eleitores. Infelizmente, muitos partidos políticos estão a dificultar activamente as qualidades regenerativas da democracia. Os partidos tornaram-se uma burocracia. Uma vez que ganham poder, a maioria dos políticos não supervisiona de forma independente a administração que é suposto governarem – não estão a servir o povo, nem a liderar um serviço público dedicado. Em vez disso, eles próprios tornam-se parte da máquina burocrática”.
CINM – Centro Internacional de Negócios da Madeira
O futuro do CINM, a sua continuidade e competitividade tem que ser assegurada, independentemente do resultado eleitoral. Trata-se afinal da única alternativa ao turismo, que conjugada com o setor da Economia do Mar, permite a diversificação e crescimento sustentável da Madeira.
Importa por isso, que PSD-M, CDS-M, e PS-M tomem, conjunta e unanimemente, uma posição (dentro e fora da ALRAM); que seja clara, consistente, e credível, quanto ao seu futuro e às negociações do Regime V, e que envolva a experiência combinada da ACIF-CCIM, SDM e APCINM, por forma a que os interesses da Região Autónoma da Madeira sejam asseguradas junto de Lisboa e Bruxelas. Urge, também, um fortíssimo lobby em Lisboa e em Bruxelas. Urge DEFENDER o CINM como o oxigénio da economia regional. Defender o contrário é condenar a Região ao total marasmo sócio-económico.
Importa por isso, que PSD-M, CDS-M, e PS-M tomem, conjunta e unanimemente, uma posição (dentro e fora da ALRAM); que seja clara, consistente, e credível, quanto ao seu futuro e às negociações do Regime V, e que envolva a experiência combinada da ACIF-CCIM, SDM e APCINM, por forma a que os interesses da Região Autónoma da Madeira sejam asseguradas junto de Lisboa e Bruxelas. Urge, também, um fortíssimo lobby em Lisboa e em Bruxelas. Urge DEFENDER o CINM como o oxigénio da economia regional. Defender o contrário é condenar a Região ao total marasmo sócio-económico.
Relançar a Autonomia
Independentemente do resultado eleitoral das próximas legislativas o novo ano, na política regional, deverá ser pautado, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, não só pela criação de consensos em torno do CINM, mas também em torno da reforma da Autonomia Político-Administrativa da Região no que concerne à Lei das Finanças Regionais, à regionalização/autonomia plena do Código Tributário e à necessidade de descartar a figura do representante da República.
“Um líder sem visão, para lutar, para melhorar as coisas, não é bom. Então, ficarás quieto, e não progredirás”. – Lee Kwan Yew, Primeiro-Ministro de Singapura e Fundador da Nação.
in JM-Madeira

